COMÉRCIO ILEGAL NO PORTO DE SANTOS INCLUI ATÉ CÃES PARA CONSUMO DE TRIPULAÇÃO

Blog de macambiental :MEIO AMBIENTE POR INTEIRO NO MACAMBIENTAL, COMÉRCIO ILEGAL NO PORTO DE SANTOS INCLUI ATÉ CÃES PARA CONSUMO DE TRIPULAÇÃO
Ambulantes de Santos - São Paulo, vendem cães vivos para consumo em navios coreanos.
O porto de Santos, maior terminal marítimo da América Latina, vem sendo cenário de um cruel e ilegal tipo de comércio. Com navios do mundo todo atracados a poucos metros da margem, ambulantes aproveitam o ambiente atípico para ganhar dinheiro oferecendo animais como mercadorias.
Segundo informações do site IG, além do, habitual, comércio de drogas, o comércio de animais entre moradores e marinheiros é intenso!
Os bichos são colocados em situações deprimentes para que as vendas possam ser efetuadas. O comércio de galinhas vivas é feito por meio de baldinhos presos a cordas que descem do deque dos navios...
Moradores denunciam o comércio de cães vendidos para coreanos, que têm o hábito de consumir a carne desses animais. “A gente achava que era pra eles criarem, mas depois disseram que eles fizeram um churrasco”, diz uma moradora local (Elisabete Santos), que anda desconfiada do CARINHO REPENTINO de alguns vizinhos pelos cães da rua. 
No Brasil, a venda de cães para consumo, apesar de ilegal, existe! ABSURDO!!!!! O comércio de vidas no porto de Santos e em tantos outros locais só fatura porque não há fiscalização.

sexta 16 março 2012 17:02


DESTINAÇÃO FINAL SEU NOME É ÁSIA

Chittagong, Bangladesh também é o destino final de muitos navios, quanto falamos em desmanche de navios, logo vem a nossa mente as praias de Alang(acesse o link)Índia. Mas Chittagong, apesar de nem tão popular, é com certeza tão ou mais infame quanto Alang.

Atualmente mais de 3 milhões de pessoas em Bangladesh, dependem diretamente da indústria da sucata e metal, o país anda faminto por sucata para ser convertida em aço.

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E  navios de todo tipo e lugar quando são descartados, navegam rumo as praias lamacentas de Chittagong, assim que chegam lá, estas embarcações são varadas na praia durante à maré alta, este lugar oferece grandes amplitudes entre marés, por isso é adequado para este tipo de manobra, e após a maré esvaziar, os navios ficam completamente no seco, assim multidões de homens, mulheres e crianças, invadem as carcaças como se fossem zumbis desesperados, e a operação demolição se inicia.

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“Eu estou com febre já por três dias, não estou em condições aptas para trabalhar, e além disso tenho que pagar 350 taka (5 dólares), por semana por alimentação e remédios para mim, mas tenho que continuar trabalhando assim mesmo”…

A visão do inferno

Chegando em Chittangong de avião já se vê os navios na lama, sendo desmantelados, o cenário parece um campo de batalha, pois é um completo pandemônio, não há qualquer preocupação com organização, ou melhor organização é o de menos, pois o mais importante aqui é, destruir, cortar, desmantelar, queimar, triturar, desmoronar, demolir e etc…

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Sabe se,  que para demolir um navio em um país de primeiro mundo (EUA, ou Escandinávia por exemplo), custa igual ou até mais do que construir um novo navio. Logo a alternativa encontrada: Lugares para receber estes navios e desmancha los com baixíssimo custo e lucro altíssimo, entre os quais os em destaque são, Chittagong, Alang, Aliaga, Kaohsiung, e outros cantos perdidos do mundo, em que leis trabalhistas, normas de segurança e ambientais, não tem qualquer valor.

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Cena comum neste lugar, a presença de crianças

E sem duvidas um dos lugares mais degradados é Chittagong, os navios simplesmente chegam as praias, e já começam a ser cortados, sem qualquer preocupação com à segurança, tanto dos “trabalhadores”, quanto com o meio ambiente. Conforme relatado mais acima, crianças e mulheres fazem parte deste exército desesperado.

A maioria dos operários é gente que vem de longe, em busca de trabalho e algum dinheiro, por isso não se preocupam tanto com “detalhes”, como a saúde e conforto. É comum os pais levarem os filhos juntos, e por isso há presença constante de crianças neste insalubre local, e quanto as crianças,  bem estas não estão brincando e sim trabalhando,  assim como os adultos de 12 à 14 horas por dia, executando os mais variados trabalhos, desde ajudantes, à coletores de fios e arames, ou queimado cabos elétricos para retirar o cobre, ou catando as sobras das sobras, o resto que ninguém mais se interessa, pois para os sucateiros, o que interessa, é o aço, maquinário, equipamentos, e tudo que for mais valioso e que possa ser reaproveitado. Por fim tudo é reaproveitado, inclusive os resíduos oleosos que restam nos tanques dos navios, é retirado em baldes, e depois passado para toneis, e vendido nas estradas.

Ao redor desta região floresce um comércio com as sobras dos desmanches, lá você pode encontrar todo tipo de coisa que há em navios, desde mobiliário, até instrumentos de navegação, que irão servir como souvenir para turistas, muitos materiais são reaproveitados na construção civil em larga escala no país, como anteparas, portas, vigias, e tudo o que puder ser reaproveitado.

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http://www.blogmercante.com/wp-uploads/2010/09/CHITTAGONG-i.jpgOs donos dos estaleiros somente pagam tratamento médico,  quando alguém é seriamente ferido durante o trabalho, por isso as palavras de Noor Hossain,  que veio de Dinaipur, refletem uma cruel realidade – “Eu estou com febre já por três dias, não estou em condições aptas para trabalhar, e além disso tenho que pagar 350 taka (5 dólares), por semana por alimentação e remédios para min, mas tenho que continuar trabalhando assim mesmo, como vou economizar algum dinheiro para enviar para minha família se eu estou aqui doente?”.

Além de não oferecem qualquer EPI (Equipamento de Proteção Individual), trabalhadores não possuem máscaras contra vapores tóxicos, e poeiras químicas, que são muito presentes em navios, além disso não possuem botas, luvas, e nem capacetes. Os maçariqueiros trabalham sem máscara, no muito usam um óculos velho, mesmo assim quando o possuem.

 

Histórico do inferno

http://www.blogmercante.com/wp-uploads/2010/09/chittagongship-breakingby-Noor-Sobhan.jpgA industria da demolição de navios começou em Sitakund (Chittagong), em 1960, em pouco tempo Chittagong se torna um dos maiores locais de demolição de navios, isto graças à fraca legislação ambiental local, e custo com mão de obra baixíssimo. Graças as substancias nocivas presentes nos navios que são demolidos, logo este lugar se tornou devastado, milhares de arvores e vegetação nativa foram desaparecendo ao redor desta área, vapores e fumaça venenosa, provenientes da queima de materiais dos navios criaram um cinturão de degradação, as praias estão cobertas por óleos e por restos de metais pesados, como chumbo, e outros mais, por todo lado há amianto, o ar esta poluído, e este é o local de trabalho e moradia de milhares de pessoas.

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Salários

Os salários variam de acordo com as horas trabalhadas, e com o tipo de atividade executada e habilidade do profissional, porem não há lugar para horas extras, férias, licença médica, ou tempo para adoecer,  ou qualquer outro direito trabalhista. Um trabalhador em média trabalha de 12 à 14 horas por dia e seu salário pode vaiar entre 100-250 taka  dia (1,5 à 3,5 dólares).

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Foto: Edward Burtynsky- bangladesh ship deconstruction

 

As condições de trabalho são muito deploráveis, se você acha seu local de trabalho insalubre, você ainda não viu oque é trabalhar em um desmanche em Chittagong, as normas de saúde e segurança e meio ambiente, são baixas, EPI é privilégio de poucos, e ainda quando há é geralmente  inadequado. Grandes acidentes são rotineiros, alguns deles vitimando muitas vidas a cada ano.

Nos últimos 20 anos, mais de 500 trabalhadores perderam suas vidas em acidentes no local, e mais de 600 ficaram gravemente feridos e com sequelas irreversíveis, segundo estatísticas locais.

 

 

 

 

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Tecnologia de ponta

http://www.blogmercante.com/wp-uploads/2010/09/dustA1C5642.jpgA sucata do desmanche de navios abastece hoje mais de 80% de toda a necessidade de processamento das usinas siderúrgicas do país, além disso em torno de 3 milhões de pessoas estão envolvidas diretamente nesta indústria, destes em torno de 40%  da força de trabalho são crianças.

Apesar destas péssimas condições de trabalho, as pessoas que trabalham diretamente com o desmanche de navios, são provenientes da região mais pobre do país o distrito Norte, e fazem desta indústria seu meio de vida.

Um fato peculiar marcante neste trabalho são os meios usados para “cortar” os navios, é basicamente usado para quase tudo a força braçal mesmo, a mecanização é minima, nestes lugares é mais barato contratar mil operários à comprar um guindaste, não é feito qualquer “clean up” dos navios, devido à isso o contato com substancias toxicas de todo o tipo é inevitável, e obviamente acontece contaminação de solo e água, pois isto é o menos importante neste momento, se vê nas fotos o caos generalizado a desordem, múltiplas operações ocorrendo simultaneamente, sem qualquer planejamento, isto é um flerte com o perigo.

Segundo Charles Kernaghan, presidente de uma organização internacional de trabalhadores, ele classifica os proprietários destes estaleiros, como criminosos, pois segundo, ele privar os trabalhadores de EPI, e condições mínimas de higiene e segurança é um crime contra a humanidade, ele afirma que apesar de a OIT (Organização Internacional do Trabalho), prover diretrizes e convenções internacionais que protejam os trabalhadores contra estas condições desumanas que são piores do que a escravidão, ela tem sido ineficiente em controlar e punir estes criminosos.

http://www.blogmercante.com/wp-uploads/2010/09/halfship.jpgSem dúvidas os desmanches de navios de Chittagong, são um dos piores lugares para se trabalhar no mundo, pois tudo ao redor esta contaminado e poluído, os trabalhadores devido serem imigrantes de outras regiões, habitam barracos improvisados,  nos conveses dos navios que estão demolindo, ou ao redor, sem as minímas condições de higiene e conforto, preparam alimento e se alimentam em meio a sujeira,  fumaça tóxica, solos contaminados com toda à especie de metais pesados, como chumbo, cadmio, mercúrio, e asbestos, banhos quando ha, somente a bordo dos próprios navios, muitas vezes com água restante de algum tanque de serviço retiradas com baldes.

Num dia normal neste lugar, ocorre sempre um acidente grave, alguém é, esmagado, ou cortado, ou despenca de algum lugar, incêndios durante o corte são rotineiros, muitas das vezes ocorrem grandes explosões em algum tanque de navio.

Normalmente os navios são cortados em grandes blocos, que são desmembrados muitas das vezes, apenas pela força da gravidade, http://www.blogmercante.com/wp-uploads/2010/09/ShipbreakingNo9aChittagongBanglades.jpgfazendo o navio literalmente desmanchar, enquanto é cortado com maçaricos, porem ao mesmo tempo dezenas de pessoas, estão em seu interior, destroçando com as mãos o que pode, usando apenas marretas ou machados, enquanto os grandes blocos inteiros, despencam muitos dos quais com pessoas ainda dentro. E após estas seções estarem já jogadas na lama, um exército, como se fossem um enxame de  gafanhotos, se encarrega de cortar as seções  em chapas menores, que são por sua vez carregadas manualmente por grupos de meninos, nos ombros até um local específico, para serem transportadas já para usinas de aço,  muitas destas chapas pesam até mais de 500 quilos cada, isso 365 dias por ano, de 12 à 14 horas por dia.

Um navio médio leva um pouco mais 1 mês e meio para ser desmanchado quase que por completo, geralmente deixando a seção da praça de máquinas para o final, pois requer maior trabalho, pois muitas bombas e válvulas e redes,  costumam ser reaproveitadas para serem vendidas como spare parts, assim como componentes dos motores e outras máquinas.

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Nas fotos logo a baixo, vemos uma peculiar classe de navios de carga geral, ou melhor um pedaço dele. Quem será, que consegue identificar este navio?

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Vou deixa los agora com as fotos do lugar.

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quinta 01 março 2012 08:59


Abram as janelas do carro!!!!

Blog de macambiental :MEIO AMBIENTE POR INTEIRO NO MACAMBIENTAL, Abram as janelas do carro!!!!

Um carro estacionado na sombra durante o dia c janelas fechadas pode conter de 400-800 mg. de Benzeno. No sol a uma temp superior a 16º C., o nível de Benzeno subirá a 2000-4000 mg, 40 vezes o nível aceitável...A pessoa q entra no carro mantendo as janelas fechadas inevitavelmente aspirará excessivas quantidades desta toxina. O Benzeno é uma toxina q afeta o rim e o fígado. E pior, é extremamente difícil p o organismo expulsar esta substância tóxica. O manual do condutor indica q antes de ligar o ar condicionado, deve-se primeiro abrir as janelas e deixá-las assim p um tempo de 2 min, porém não especificam "o pq", só deixam entender q é p seu "melhor funcionamento". A razão médica: De acordo com um estudo realizado, o ar refrescante antes de sair frio, manda todo o ar do plástico quente o qual libera Benzeno, q causa câncer (leva um tempo p dar conta do odor do plástico quente no carro). Por isto a importância de manter os vidros abertos uns minutos. "Por favor não ligar o ar condicionado ou simplesmente o ar, imediatamente ao entrar no carro. Primeiro deve abrir as janelas e depois de um momento, ligar o ar e manter as janelas abertas até uns minutos. Além de causar câncer, o Benzeno envenena os ossos, causa anemia e reduz as células brancas do sangue. Uma exposição prolongada pode causar Leucemia, e incrementar o risco de outros tipos de câncer. Também pode causar um aborto. O nível apropriado de Benzeno em lugares fechados é de 50 mg/929 cm2.

segunda 05 dezembro 2011 10:01


PETROBRAS ASSINA TERMOS AMBIENTAIS PARA COMPERJ E REDUC

Fonte: Agência Petrobras

A Petrobras, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) assinaram, ontem, terça-feira (18/10), no edifício-sede da Companhia, o Termo de Compromisso Ambiental (TCA) do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Refinaria Duque de Caxias (Reduc).

Com investimento de R$ 100 milhões, o TCA do Comperj trata da implantação dos projetos de revegetação em áreas internas e no entorno do empreendimento, previstos nas condicionantes do licenciamento. O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, falou sobre a abrangência do projeto, que prevê recuperar uma área total de 4.584 hectares, maior que a área do Parque Nacional da Floresta da Tijuca (3.953 hectares). "Será um marco na histórica de acordos ambientais", afirmou o diretor.

Algumas ações já começaram a ser implantadas. Em 2010 e 2011 foram adquiridas e plantadas mais de 150 mil mudas na área interna do Comperj. Para produção de mudas, foi implantado no empreendimento um Viveiro Florestal com a capacidade de produção de até 300 mil mudas por ano.

O prazo de vigência do Termo de Revegetação é de 10 anos, tempo previsto para que as áreas de reflorestamento dentro e fora do Comperj estejam recuperadas. Serão sete anos de plantio e mais três de manutenção para garantir a restauração florestal. Serão utilizadas mais de 80 espécies nativas da Mata Atlântica, como pau-brasil, orelha de negro, guapuruvu, pitanga, sapucaia, maricá e vários tipos de ipês.

O TAC da Reduc propõe a implantação de projetos de melhorias ambientais na refinaria e no seu entorno, com previsão de investimentos de mais de R$ 1 bilhão. Estão programados 24 projetos no interior da Reduc para redução das emissões atmosféricas e melhoria do tratamento de efluentes.

No âmbito do TAC também estão previstos projetos externos, como a construção de uma Unidade de Tratamento no Rio Irajá, que contribuirá para a despoluição da Baía de Guanabara, e a drenagem da região de Campos Elíseos para evitar inundações. Além disso, a Petrobras se comprometeu a comprar biogás do Aterro de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, e a enviar material reciclável recolhido na refinaria para as cooperativas de catadores de Gramacho, com o objetivo de gerar renda para esta população, uma vez que o aterro será desativado.

Tanto o o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, como a presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, estiveram presentes no evento e ressaltaram a importância dos projetos previstos no TAC da Reduc para a despoluição da Baía de Guanabara.

quarta 19 outubro 2011 12:22


"FLAVIA ALESSANDRA" ORLA MAL ACABADA

Blog de macambiental :MEIO AMBIENTE POR INTEIRO NO MACAMBIENTAL, 'FLAVIA ALESSANDRA' ORLA MAL ACABADA

By portal Arraial1

Arraial do Cabo-RJ. Comenta-se que custou 10 milhões de reais e 2 anos depois do inicio das obras,  vai ser inaugurada a nova Orla da Praia Grande que leva o nome da atriz global gerando polemica entre os cabistas quanto ao nome da orla.

Independente do nome polemico, a maioria dos cabistas preferiam algo tipo: Orla da Praia Grande, Orla dos Pescadores e Orla com o nome de alguns pescadores que já passaram desta para uma melhor. O problema é o acabamento da obra de, dizem 10 milhões de reais.

A obra que levou 2 anos para ser concluída, tem 3 dias para reparar os problemas que vamos citar e documentar em fotos:
- A companhia de gás não instala botijões industriais em lugar que não tem ventilação adequada. A arquiteta não sabia disto?

-Não tem visita para a caixa d'água, a água não foi ligada ainda, se acontecer algum imprevisto, coisa normal, vão ter que destelhar todos os quiosques para resolver o problema.

-Beiral do telhado extremamente pequeno, custava muito fazer um "cachorrinho" para estender o beiral do telhado?

-O compensado das janelas é de 5 mim, na primeira chuva e depois sol vai embora.

-Perigo!!! A cerca do deck vai cair. Não tem sustentação, 2 parafusos segurando cada esteio, não dá. A cerca do observatório já caiu, remendaram, mas não ficou bom. A cerca da Associação dos Pescadores vai ser a segunda a cair e assim por diante. Quem vai ser o responsável? A arquiteta, o secretário de Obras, a prefeitura? Quem? Imaginem no Revellion ou até na inauguração na presença do Governador?

-Coincidência ou não o granito das bancadas dos quiosques são iguais aos do cinema que sumiram. Horrível o acabamento.

-O banheiro é na cozinha, não pode, e ninguém sabia disto.

-E mais. muito mais, é só ver as fotos.

Ficou melhor? Muito melhor...mas pelo preço!!!... poderia ficar muito melhor.

Espera-se que a homenageada Flávia Alessandra compareça à inauguração e, se for, ao contrário de grande parte dos moradores de Arraial do Cabo, aprove as obras em seus "conceito" e "design", além de não achar o preço das obras tão caro assim, como acham os moradores de Arraial do Cabo.

O que o governador Sergio Cabral vai achar dos 10 milhões gastos nesta obra?

quinta 13 outubro 2011 12:08


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